Olá viajante !

Pra quem continua visitando o Diário na Mochila percebe-se que ele está um pouquinho parado né ?

Pois é.. parado por aqui, pois continuamos na ativa e muito ! Só que hoje em dia temos novas moradias.

Pra quem que ver muitas fotos de nossas trips e postar comentários, acessem:
http://diarionamochila.multiply.com/photos

ou então:
http://www.flickr.com/photos/diarionamochila/

e muito em breve teremos nosso lar definitivo na web.. onde ???

http://www.diarionamochila.net

Um abração a todos e continuem viajando !

Diario na Mochila.

São Sebastião - Cambury/Camburyzinho - 06/03/2005

A noite após a trilha decidimos conhecer o movimento das praias próximas. Fomos primeiro até Boiçucanga mas estava vazia a cidade, decidimos ir até Cambury (uns 3km voltando pela BR) onde pudemos conferir todo o agito local.

Cambury oferece diversão para todos os gostos, desde o sofisticado Galeão (balada muito concorrida local) até um barzinho simples com mesa de sinuca pra tomar uma breja. Claro que ficamos com a segunda opção e curtimos muito. Papo vem papo vai pudemos dar boas risadas contando "causos" e relembrando da trilha.

No dia seguinte à Travessia Salesópolis - Boiçucanga tinhamos a intenção de fazer a trilha da Praia Brava (praia próxima com acesso pelo morro que divide Boiçucanga e Maresias), mas como acordamos tarde e cansados decidimos ficar curtindo o camping Porongaba, que contém uma excelente infra-estrutura e uma piscina. Como estava sol, ficamos a manhã por lá mesmo. O camping é bem tranquilo até mesmo pela distância da praia mas infelizmente os borrachudos e pernilongos atacam pra valer. Devido a isto, fomos conhecer as praias ao redor e valeu muito a pena.


Camping Porongaba

Cambury e Camburyzinho são os pricipais centros gastronômicos de São Sebastião, com excelentes restaurantes, pousadas, lojas, ateliês e barzinhos. A areia da praia é fofa e a praia é cortada por um rio com uma ilhota, que divide Camburi e Camburyzinho.


Rio que divide Camburi de Camburyzinho

No lado de Cambury estão as melhores ondas para surfe.


Costão esquerdo da praia de Cambury


Pelas pedras é possível ter uma bela visão do costão que divide as praias

E em Camburyzinho o mar é mais calmo.


Vista da praia de Camburyzinho pelas pedras

E assim passamos o dia, somente curtindo o sol que apesar da chuva do dia anterior apareceu de vez. Aproveitamos para comer um servido PF na vila e voltamos para o camping recolher nossas coisas para partir em direção à São Paulo.

Travessia Salesópolis - Boiçucanga - 05/03/2005

Sábado frio e chuvoso, assim começava a aventura. A nossa intenção era fazer a travessia Salesópolis – Boiçucanga, também conhecida como Trilha das Cachoeiras do Ribeirão de Itú.

A trilha possui aproximadamente 8 km em mata fechada, conta com travessias de rios, cachoeiras e poços para mergulho e o tempo todo segue pelo Rio Boiçucanga, nome indígena, que significa “Cobra de Cabeça Grande” devido a sinuosidade do percurso dele e no final ter um formato alargado, dando a impressão de ser a tal cobra. Essa trilha tem grande importância histórica, foi palco de muitas batalhas entre os índios Tupiniquins e Tupinambás que dividiam a ocupação da área e lutavam pelo domínio do caminho, pois era importante rota de mercado que ligava as cidades de Ubatuba e Santos.

Continuado com a aventura, lá pelas 5 horas da matina estávamos de pé com as malas arrumadas e com o encontro marcado as 6 horas no metro Tatuapé com o restante dos corajosos aventureiros. Corajosos mesmo, porque de um grupo de 9 pessoas, em cima da hora 3 desistiram! O que poderia complicar um pouco nossa aventura, não desanimou nenhum pouco a galerinha que estava mesmo afim de atolar o pé na lama e curtir umas cachoeiras. As 6:30 estávamos na estrada, optamos seguir pela Rodovia Ayrton Senna passando pelas cidades de Mogi, Bertioga e enfim chegando aos limites de São Sebastião passando por algumas praias até chegar em Boiçucanga as 8:30.

Nossa meta era ir até o centro de São Sebastião, onde nos encontraríamos com o guia e um veículo rural que nos levaria para o início da trilha que fica no km 18,5 da Estrada do Rio Claro, mas infelizmente chegamos com algum tempo de atraso e por recomendações do guia não seria possível realizá-la por completo pois sairíamos muito tarde da mata, o que colocaria em risco a travessia devido a dificuldade dela.

Com a mudança de planos,fizemos a trilha ao contrário, partindo de Boiçucanga, passando pelas quedas até chegar ao Poço dos Macacos e retornar. A empolgação continuava grande pois sabíamos que trilharíamos a parte mais bonita apesar de abrirmos mão de conhecer alguns pontos interessantes da trilha como um antigo posto de vigilância da Petrobrás, o sítio do tal Dito do Cachimbo, figura quase lendária da trilha que mora isolado no meio da mata há 40 anos e também uma figueira de 40 m² considerada uma das maiores da Serra do Mar.

O novo ponto de encontro com o guia era o bar do Seu Caetano em frente à ponte de Madeira, em Boiçucanga, na Estrada do Cascalho e também próximo ao inicío da trilha.


Riacho próximo ao início da trilha

Passando das 10:30, com um forte mormaço, os borrachudos em plena atividade, e uma incrível poluição sonora provocada por um cd do Sandy e Junior que insistia em tocar repetidamente no bar do Seu Caetano surge uma figura que a distância confunde-se com o Rambo! Calsa e camisa camuflada e uma faca de dar inveja a qualquer açougueiro. Era ele, Gláubio o guarda-parque responsável e indicado pela prefeitura e seu ajudante Marcos e que nos acompanhariam durante a trilha.

A seguir, rumamos pela trilha e após 10 minutos de caminhada já tivemos a primeira travessia de riacho. O caminho de ida iria contornar a primeira queda, sendo ela visitada somente no final. Iríamos direto para a segunda queda, o Poço da Samambaia-Açu.

Pude perceber a presença de turistas mesmo com o tempo ruim que tinham a intenção de ficar na primeira queda, o que não exigia muito esforço para se chegar até lá. Durante temporada e feriados prolongados essa primeira queda chega a receber a visita de mais de 300 turistas. Sorte da trilha que poucos se arriscam a subir para as demais quedas o que minimiza o impacto ambiental. Outro fator que complica a ida para os despreparados é a intensidade da subida para a segunda queda, são aproximadamente 40 minutos de intensa subida de tirar o fôlego de qualquer um.

Fizemos uma parada rápida na segunda queda, o Poço do Sambaia-Açú com 20 metros de altura e um belíssimo porém perigoso Canyon no final do poço, somente para recuperar o fôlego e continuar a subida beirando barrancos estreitos.


2ª Queda, Poço Samambaia-Açu

Mais vinte minutos e a subida dá o lugar a um terreno mais plano onde começaríamos agora a seguir o rio mais de perto com constantes travessias. De longe, vemos uma belíssima queda de água sinuosa e com um volume enorme, daí o nome da terceira queda, a Cachoeira da Serpente.


Cachoeira da Serpente

Passava do meio dia e a fome já batia, tinhamos em mente parar no Poço dos Macacos para fazer nosso primeiro lanche mas no caminho uma surpresa. Avistamos, ou melhor, fomos avistados por uma cobra que tentara dar o bote no nosso amigo Daniel, que por sua sorte conseguiu desviar do pequeno réptil de mais ou menos 1 metro de altura, espessura fina e cor preta com listras amarela. Com meus conhecimentos de biologia de 6ª série não consegui identificar o animal, mas por sorte nada de mais aconteceu e de tudo isso ficou a frase “A cobra pica o segundo!” ou seria uma premonição do Daniel? O qual estaria em segundo, atrás do Rambo que sua função era ir na frente pra ver se encontrava cobras, bichos ou algo estranho. Particularmente a trilha para mim, já ficaria marcada na história, pois foi a primeira vez em que encontrei uma cobra no meio do caminho e ainda mais na tentativa de bote.


Uma das 20 travessias que tivemos de enfrentar

Mais surpresas ainda viriam ao encontrarmos um cágado no Poço dos Macacos, lugar onde se forma uma bela piscina natural e tem uma pedra no alto que serve para um trampolim de aproximadamente 2 metros de altura. Lá foi nosso primeiro mergulho nas águas geladas do Ribeirão.
O divertimento no poço encerrou-se com a presença da chuva que aumentara nos causando preocupação o que poderia provocar a chamada tromba d’ água nas travessias do rio.


Poço dos Macacos

Por sorte, a chuva forte de verão logo passou e deu lugar ao sol que passou a nos acompanhar na volta da trilha. Como nosso objetivo, chegar ao Poço dos Macacos, estava cumprido tínhamos em mente relaxar e aproveitar para se banhar nas outras quedas como a da Samambaia Açú que tem um belo trampolim de 4 metros de altura excelente para mergulhos.

Aproveitamos para ir até a primeira queda também, a Cachoeira da Pedra Lisa, com aproximadamente 35 metros é com certeza a mais bonita.
Após 20 travessias de rios e riachos, com os pés encharcados e 6 horas de caminhada pela Mata Atlântica, voltamos ao bairro de Boiçucanga com a sensação de que realmente valeu a pena.


1ª queda, a Pedra Lisa

Agradecemos muito a companhia do piadista metido a Rambo e Guarda Parque Gláubio e seu ajudante. Também quero agradecer a galerinha ponta firme que contra tudo e contra todos resolveram se arriscar e fazer a trilha, Amarildo, Rafael, Marza especialista em mergulho em cachoeira, Daniel, vulgo Peruquinha que afirmou ter sentido a cobra no meio das pernas e claro a Bobs minha namorada companheirinha que está em todas.


Galera corajosa reunida

Comentários

Durante o planejamento da trilha recebemos diversos avisos sobre o perigo de realizar a trilha por ser um local muito visado por assaltantes. Infelizmente, esse é um problema urbano que está se tornando comum também nos locais onde desejamos buscar o refugo desse ambiente e encontrar tranquilidade.

Realmente houve muitos casos de criminalidade, inclusive tiroteios. Os pontos críticos dessa travessia estão na Estrada da Petrobrás, trilha de jipe antes no início da mata fechada, onde o golpe usado é o de um casal fingindo ter uma criança no colo pedindo carona. Quando o jipeiro para, é rendido e tem seus bens levados. Outro pronto de periculosidade é embaixo na primeira queda, onde podem ocorrer furtos à pessoas descuidadas com mochilas, máquinas e carteiras.

Enfim, antes de visitarmos a trilha, tivemos alguns cuidados como conversar com o guia, com o parque estadual e levantar boletim de ocorrência, deixamos o grupo ciente dos problemas e encaramos a trilha. Graças a Deus não houve problema algum, mas recomendo que se alguém queira se aventurar por lá, faça com segurança, contate um guia local que conheça bem a região e ande em grupos, nunca sozinho e de preferência evite feriados e temporada. Boa Sorte!

 

Parque Estadual Ilha do Cardoso - Núcleo Marujá

Carnaval, época do ano onde a maioria dos lugares fica extremamente lotado, impossível de achar um cantinho na praia, muito menos encontrar algum lugar de sossego total. Bom, para fugir desse agito todo, procuramos um lugar que esbanja beleza, com praias quase desertas um verdadeiro paraíso ecológico, Ilha do Cardoso.

A Ilha do Cardoso integra em seu território uma área de preservação - Parque Estadual Ilha do Cardoso -, criado no ano de 1962, localizado no extremo sul do Litoral de São Paulo, no município de Cananéia. O Parque Abrange uma área de 15.100 ha., onde são encontrados todos os tipos de vegetação da Mata Atlântica costeira, que proporcionam uma variedade extraordinária de ambientes e uma alta diversidade biológica. As praias, os costões rochosos e as dunas podem ser vistos na face da ilha que recebe as águas do oceano, onde se encontram as praias do Itacuruçá, Ipanema, Cambriú, Fole Pequeno, Foles, Lage e Maruja.

Como Chegar

Acesso pela BR 116, Rodovia Régis Bittencourt (BR 116) até Pariquera-Açu. Estrada Pariquera-Cananéia (SP 226) até a base de apoio, que fica na cidade de Cananéia, na Av. Prof. Wladimir Bernard, s/n, lá você pode deixar o carro, os estacionamento custam R$ 5,00 por dia. Daí, procure as Escunas ou Voadeira, a diferença esta no tempo e preço.

Escuna – R$ 30,00 ida e volta – 3 horas
Voadeira – R$ 35,00 somente ida – 1 hora

Onde Ficar

As opções de pousadas não são muitas na Ilha, por volta de 14, e a comunidade mais bem estruturada é a Maruja. Durante o período de férias, e feriados, os moradores da ilha disponibilizam quartos em suas casas como opção de estadia, uma outra alternativa é levar a barraca e ficar em camping, para todas as opções você deve ligar no telefone comunitário e deixar seu nome e telefone que o pessoal de lá entra em contato, os telefones são é (013) 3851-1108 ou (013) 3851-1163. A pousada Ilha do Cardoso possui telefone, é (013) 3851-1613, foi onde ficamos, mas o preço não é tão acessível.
A luz elétrica é um luxo que não chegou região, mas algumas casas são abastecidas por energia solar, água encanada e chuveiros com aquecimento a gás.Ou seja, a infra-estrutura é fraquinha , mas não é motivo para se deixar de se visitar o lugar.

Centro de Visitantes

Para quem não conhece a Ilha e vai ficar na Comunidade Marujá, uma dica, procure o centro de visitantes, lá os monitores ambientais indicam os diversos passeios que existem, por preços camaradas, entre R$ 10,00 e R$ 20,00 cada. O centro não possui telefone, mas os passeios saem diariamente, não tem como deixar de ir.

Parque Estadual Ilha do Cardoso - Núcleo Marujá

1º Dia na Ilha – Trilha da Cachoeira Grande

Após 10 min. de barco pelo Canal de Ararapira, chegamos ao inicio da trilha, onde monitores ambientais acompanham em todo passeio. Antigamente neste local funcionava uma serraria, que foi desativada há 50 anos, mas ainda pode-se encontrar algumas ruínas, os tijolos eram feitos com concha moída, areia de praia e óleo de baleia. No meio da trilha encontramos um maquinário, bem antigo, que era utilizado para moer conchas.

Durante a trilha encontramos diversos tipos de bromélias, palmiteiros, cipó cabloco, este é usado como colírio pelos caiçaras. A trilha é estreita mas é bem demarcada e sempre vai margeando um riacho e subindo, ora pela trilha, ora pelas pedras.

Após aproximadamente 30 min. de caminhada chegamos na cachoeira grande, em altura ela não é tão grande como o nome diz, aproximadamente 7 metros de altura, mas forma uma bela piscina natural em sua base excelente para um banho.

Na volta ainda deu tempo de apreciar o pôr-do-sol e dar uma bela caminhada na praia.

2º Dia na Ilha – Caminhada para Piscinas da Lage

Este passeio também é organizado no centro de visitantes, e acompanhado pelos guias da região. É cobrado R$ 10,00 por pessoa. Os grupos saem bem cedo, por volta das 8 h. da manhã, e o passeio dura praticamente o dia todo.

São aproximadamente 24 Km. de caminhada, pela Praia do Maruja e Lage, até chegar no inicio da trilha. A caminhada inicia-se na praia do Maruja até o canto esquerdo, e existem duas opções para atravessar até a Praia de Lage, ou pelo Costão Rochoso, ou por trilha de 800 metros em mata fechada com percurso íngreme.


Acesso à Praia de Lage no canto esquerdo de Marujá

A praia da Lage tem aproximadamente 6 km de extensão, e é praticamente deserta. Ela é procurada por muitos surfistas.

Foi lá que encontramos uma tartaruga presa em rede de pescador, estava machucada, mas a devolvemos para o mar. Nesta praia que iniciamos a trilha para as piscinas.

A trilha para as piscinas naturais tem em torno de 6km entre ida e volta, pode-se fazer o percurso em 3 horas mesmo enfrentando a lama devido as fortes chuvas que se antecederam e as várias travessias de rio que tivemos que fazer tanto pela água ou por troncos esticados para facilitar a pasagem.

Vencidos os obstáculos, o mergulho na Piscina Natural de Lage é gratificante. Um enorme poço é formado pela queda d' agua do Rio da Lage. A visão que temos do local é incrível e diante tanta beleza é que tomamos coragem pra andar mais 12km restantes.

Na volta, o guia dividiu o grupo e os mais "corajosos" foram mais pra frente ainda conhecer a Praia de Fole e é muito linda também, lá vivem algumas famílias de pescadores.

E Fole Pequeno é a próxima praia pra frente ainda, atravessando a Praia de Fole Grande por uma pequena trilha pelo morro.

Continuando o trajeto fomos até o morro que dá acesso à Praia de Cambriú, mas infelizmente por estar tarde e não estarmos preparados para acampar tivemos que se contentar apenas com essa vista um pouco distante da praia.

Resolvemos voltar pelo Costão Rochoso, quando você pensa que está acabando sempre tem mais um pedaço para atravessar, mas lá de cima também é muito bonito. Com a presença do pôr do sol é que terminamos nossa aventura do dia após termos caminhado aproximadamente 30km num único dia!

Parque Estadual Ilha do Cardoso - Núcleo Marujá

3º Dia na Ilha – Comunidade Marujá

Ainda cansados da caminhada para a Piscina Natural de Lage, resolvemos passar o dia para conhecer um pouco mais da Comunidade de Maruja, onde fica a maior parte do movimento da Ilha mas mesmo assim nem perto de estar tumultuada devido ao Carnaval.

Na maioria dos restaurantes você vai encontrar PF, a média de preços é de R$ 6,00, e na maioria das vezes os pratos oferecidos são com peixes.

Lá não tem telefone e não pega celular, mas o telefone comunitário pode ser usado, eles cobram uma pequena taxa.

Na Toca do Expedito é onde rolam as festas durantes os feriados, para quem gosta de forró, lá é bem animado. Ah, não deixe de provar a Cataia, é uma pinga que só vende lá na Ilha.

4º Dia na Ilha – Comunidades Enseada Baleia e Pontal do Leste

Resolvemos deixar a moleza de lado e fomos em direção à ponta direita da praia de Marujá sentido Paraná. Pra fazer um passeio diferente, resolvemos alugar bicicletas por R$15,00 a diária.

Após um bom tempo pedalando, chegamos ao Pontal do Leste, no extremo sul da ilha, esta comunidade de pescadores localiza-se no encontro das águas do oceano com o Canal do Ararapira, proporcionando uma belíssima paisagem, de águas claras e areia fina. A paisagem é deslumbrante, muito bonito de se ver, é um jogo de águas e bancos de areia, e a água é uma delicia para dar um bom mergulho.

A Enseada Baleia fica próxima a Comunidade Maruja. É localizada na restinga ao sul da ilha, lá também existem opções de hospedagem, sendo necessário reservar com antecedência. Nesta comunidade, pode-se ter contato com a cultura local, fazer passeios de canoa, conhecer a vila do Ariri (no continente), além do banho nas águas do Canal do Ararapira.

O mais legal desse passeio é apreciar a sensação de andar por muitos quilômetros sem avistar ninguém, somente admirando a bela paisagem da extensa praia e de ouvir o barulho do mar e das aves que é o único samba enredo escutado nesse Carnaval!

O vento forte contrário e o cansaço por peladar aproximadamente 30 km tornaram o trajeto de volta um pouco difícil, mas nada que nos desanimasse para fazer o tal comentado passeio noturno.

4º Noite na Ilha – Passeio Noturno

E para aproveitar a última noite na Ilha, fomos fazer uma dos passeios mais procurados, o passeio noturno para ver jacarés. As informações também são obtidas no centro de visitantes. O passeio é bem diferente, nós não tivemos tanta sorte, nenhum dos jacarés que vimos saiu da água, então a foto não ficou legal, dá pra ver somente o vulto.

Outras Informações

Ainda ficaram várias outras atrações turísticas que não tivemos a oportunidade de conhecer devido a falta de tempo, como a Praia de Ipanema e de Itacuruça que ficam mais próximos ao Núcleo Perequê, a 30 minutos de barco de Cananéia.

Tem também a Trilha do Poço das Antas, Trilha do Morro das Almas, Trilha do Mangue, a Trilha do Sambaqui e a Trilha da Cachoeira de Ipanema e também Ararapira, um vilarejo abandonado, chamado de a Vila Fantasma.

Parque Estadual Fontes do Ipiranga - Jardim Botânico

Dentro da cidade de São Paulo também existem alguns locais para apreciar a natureza ainda conservada. O Parque Estadual Fontes do Ipiranga é um desses lugares, conhecido como Jardim Botânico.

Com 360 mil metros quadrados de áreas verdes, é um dos principais pontos turísticos da cidade. Coleções de plantas nativas e exóticas são um pedaço da reserva de Mata Atlântica que serve como abrigo para animais selvagens que vivem soltos na área, mas os únicos que não se escondem são lagartos e pássaros.

Chegando ao parque, é difícil não ficar encantado com a beleza das flores e árvores existentes. A entrada é composta por uma alameda de palmeiras, ladeada por bancos com trepadeiras floríferas.

Serviços

Na entrada é cobrada uma taxa, R$ 1,00 para estudantes e R$ 3,00 para os demais. O parque dispõe de estacionamento e restaurante.
Horário de funcionamento: das 9h às 17 h (quarta a domingo e feriados).

Como chegar

Deve-se seguir as placas do Zoológico, sentido Imigrantes. O Parque fica na Avenida Miguel Stéfano, 3031 - Água Funda - Zona Sul - 5073-6300 ramal 225.

Atrações

Museu Botânico Dr. João Barbosa Rodrigues

Logo no inicio do passeio, pode-se conhecer este museu, onde você vai aprender um pouco mais sobre a evolução das plantas da flora brasileira, de botânica e ecologia.

Estufas

O Parque conta com duas estufas monumentais, uma destinada à exposições temporárias e a outra que abriga plantas de regiões tropicais, principalmente da Mata Atlântica. Tem um pequeno lago onde vivem alguns peixes e tartarugas. As estufas dão um charme ao jardim, que foi baseado no Jardim de Uppsala na Suécia.

Orquidário

Para os amantes de flores, este sim é um ótimo lugar para conhecer, são inúmeras as espécies existentes, e o colorido dão um toque especial ao lugar.

Lago das Ninféas

Os lagos que são formados pela nascente do rio Ipiranga ficam no centro do parque, e conta com plantas aquáticas da família da vitória-régia. Ah, e é aqui que você vai encontrar diversos lagartos, eles morrem de medo quando alguém chega perto, é bem difícil conseguir tirar uma foto.

Você também poderá conhecer o portão histórico, datado de 1894, que pertencia a antiga Companhia de Águas e Esgotos da cidade de São Paulo.

Outras atrações que você poderá encontrar são os bosques de pau-brasil, de imbúias, de palmiteiros , a Alameda Von Martius com aléias de palmeiras reais, o túnel de bambus, o castelinho das crianças e as trilhas no meio da vegetação.

Não deixem de conhecer, o Jardim Botânico possui vários recantos, que convidam as pessoas ao relaxamento e à admiração das plantas que exibem variadas formas de flores, frutos, caules e folhagens.

Parque Estadual da Cantareira - Núcleo Engordador - 25/01/2005

Neste feriado do aniversário de Sampa, aproveitamos para fazer um programa por perto mesmo, só que mesmo sendo próximo ao centro da cidade, não deixou de ter trilhas e cachoeiras no roteiro. Fomos conhecer o Parque Estadual da Cantareira - Núcleo Engordador.

O Núcleo Engordador pertence ao Parque Estadual da Serra da Catareira que é a maior floresta urbana tropical do mundo. Foi batizado de Engordador por ter sido, no passado colonial, um ponto de engorda para o gado que vinha do interior para ser vendido na capital. É cobrada uma pequena taxa de R$ 2,00 por pessoa na entrada, e tem estacionamento no local, sanitários, área de piquenique e centro de visitantes.


O Centro de Visitantes conta com fotos e muitas informações sobre o parque.

Como Chegar

Para chegar ao local, deve-se pegar a Rodovia Fernão Dias até o KM 79, a sinalização não é boa, portanto quando chegar na placa indicando a antiga estrada de Mairiporã e o retorno já fique esperto, entrar na alça de acesso para a Avenida Coronel Sezefredo Fagundes, já terão placas para o núcleo que fica no número 19.100 – próximo a pedreira Itacema.

Trilha do Macuco

A primeira caminhada foi na trilha do Macuco, com aproximadamente 600 mts de extensão, é bem leve, passa por alguns canos que fazem parte do antigo sistema de abastecimento. Vale a pena conhecer, no caminho pode-se ver os diversos tipos de árvores da região, e encontram flores lindas como bromélias e orquídeas. Essa trilha leva em média 30 minutos. A Trilha do Macuco começa em frente ao centro de Visitantes e durante todo o caminho existem escadas e corrimões para facilitar a caminhada.

Represa do Engordador

Continuando o passeio, fomos conhecer a Represa, e não é permitido nadar.

Trilha da Cachoeira

Essa trilha é um grande achado para quem se dispõe a percorrê-la, pois, apesar de sua proximidade com a cidade, é típica de Mata Atlântica. Começa em frente a área de piquenique, ao lado do parquinho.
Após os primeiros 15 minutos de caminhada já se pode avistar a primeira cachoeira que apesar de pequena é muito bonita

A próxima surge após 40 minutos e, como a primeira também não é muito grande.

Logo em seguida, chega-se ao tanque da Sabesp - uma represa para a captação da água que seguia até a casa da bomba.

E, então, com mais 25 minutos, vem a maior e mais bonita de todas: A Cachoeira do Engordador.

Veja mais algumas fotos dessa maravilha de lugar pertinho da cidade de São Paulo.


Fungos que se desenvolvem em árvores

Rio Engordador, cruza diversas vezes a trilha

Casa da Bomba
Guarujá / Praia do Éden - 15/01/2005

Depois de ficarmos um bom tempo por lá, fomos conhecer a Praia do Éden, acesso é feito pela estrada Guarujá-Bertioga , a menos de um kilômetro da Praia da Enseada, subindo a pista do Morro do Sorocotuba ( Reserva Ecológica do Sorocotuba ) , aproximadamente 150 metros acima há o acesso para a praia., lá do alto, pode-se avistar uma paisagem maravilhosa.


Vista da Praia do Éden pelo Morro de Sorocatuba

Para chegar a Praia do Éden, basta descer por uma trilha. Com pouco mais de 50 m, faixa de areia estreita e clara, seu mar é agitado e de tombo. Oferece condições mais seguras de banho na maré baixa. A praia é encravada num costão e fica numa área de proteção ambiental.


Praia do Éden do alto da trilha

Apesar de ser isolada, a praia é um pouco muvucada, por ser pequena, as pessoas acabam ficando bem aglomeradas, mas vale a pena dar uma passadinha lá para conhecer


Praia do Éden "crowdeada"

E para finalizar, no alto do morro tem um restaurante, que oferece frutos do mar e peixes, o preço é um pouco salgadinho, mas fica num lugar tranqüilo onde você pode ficar admirando o mar.

A cidade conta com mais algumas praias que ainda estão preservadas, vale a pena dar uma conferida principalmente na Prainha Branca, Praia do Camburi e o Forte São Felipe que tem acesso através de trilhas e com certeza estão em nossos futuros roteiros.

Guarujá / Praia de Iporanga - 15/01/2005

Neste final de semana o passeio foi no litoral sul Paulista, mais precisamente, a cidade do Guarujá. Uma das mais antigas estâncias balneárias de São Paulo, pela sua proximidade atrai muitos turistas que lotam suas praias nos verões e finais de semana e de vez em quando suas águas ficam poluídas, porém, ainda existem algumas praias que são preservadas, devido o acesso restrito pela presença de muitos condomínios. Dentre várias opções, a praia que escolhemos conhecer primeiro foi a praia de Iporanga.

Como Chegar

Chega-se a esta após a praia do Perequê, seguindo pela Rodovia Ariovaldo de Almeida Viana (Guarujá-Bertioga) no KM 18,5, não tem como errar pois existem placas indicando a entrada. Como o acesso é super controlado, deve-se chegar bem cedo para conseguir uma vaguinha por lá

Praia de Iporanga

A Praia Iporanga tem um pouco mais de 700 mts de extensão, com areia bem clara, é rodeada de vegetação nativa e pode-se encontrar lagartos e esquilos por lá!!!

Suas águas são calmas e cristalinas, e a beleza das casas da região completam a paisagem.

O mais interessante de lá é que, no canto da praia, existe uma cachoeira que forma uma piscina natural de água doce, o ruim é que não se pode usufruir totalmente desta, pois o acesso também é liberado apenas para aos condôminos.


Cachoeira de Iporanga, acesso restrito aos condôminos

No canto esquerdo da praia de Iporanga o acesso é pelas pedras e a vista é gratificante.

Destas pedras pode-se observar a praia São Pedro que fica no mesmo condomínio, é praia de tombo, com ondas fortes , é muito procurada para pratica do surf.

Ah, para passar o dia nestas praias, deve-se ir bem equipado de sucos, água, e lanches, pois lá não tem nenhum quiosque, barraquinha, bar, portanto faça a farofa completa, o bom é que você não precisa voltar totalmente salgado para casa, pois lá tem ducha e banheiro ao lado da entrada.

Atibaia / Pedra Grande - 09/01/2005

O programa para este domingo foi conhecer a cidade de Atibaia. Localizada a 68 KM de São Paulo, é conhecida como a cidade das flores e dos morangos. Mas um dos principais atrativos da região encontra-se a quase 1500 m. de altitude, a “Pedra Grande”. E este foi o primeiro lugar do nosso roteiro, localizada no alto da Serra de Itapetinga é muito conhecida por ser um ótimo local para pratica de vôo-livre.

Como Chegar

Para chegar até lá, deve-se pegar a Rod. D. Pedro I até o KM 65, de lá até o topo são mais 10 km por estrada de terra, quase sempre em subida, daí é só seguir as placas, mas preste bastante atenção, pois elas ficam bem escondidas nos postes. Para os mais aventureiros, uma boa pedida é fazer o trajeto caminhando ou de bike.

Atrações

Pedra Grande

Com um pouco de sufoco, chega-se a tão famosa Pedra, o lugar é realmente lindo, com uma vista privilegiada para cidades vizinhas. Chegando lá, vale a pena parar uns 5 minutinhos para relaxar e sentir o ar puro da região. Para quem quiser arriscar, existem diversas empresas que oferecem cursos e equipamentos para prática de Asa-Delta e Paraglider.

E se tiver vontade de ficar por lá, é permitido acampar, e para quem gosta de conforto, no inicio da estrada para Pedra Grande encontra-se a Eco Pousada Pedra Grande.

Parque Edmundo Zanoni

O próximo local que conhecemos foi o Parque Edmundo Zanoni, onde ocorre no mês de Setembro a festa das flores e do morango, e agora no mês de janeiro a festa da Uva, o parque é super conservado, lá você encontra, lanchonete, playground, pavilhão de exposições, lago para quem quiser andar de pedalinho (R$ 4,00 para o passeio de 15 min.), e o Museu de História Natural, onde encontram-se diversos tipos de animais empalhados, pode-se aprender um pouquinho neste loca. O parque é muito tranqüilo para um passeio num domingo a tarde, ah, não deixem de provar a cocada assada, é muito boa.

Lago do Major

E por último, fomos conhecer o Lago do Major, tem este nome, pois está localizado em frente à escola Major Juvenal Alvim. O lago é enorme e tem em sua volta uma pista de Cooper, e para quem gosta, é liberado para pesca.

Mas as atrações da cidade são diversas, pode-se ainda conhecer o parque Municipal da Grota Funda, a Represa da Usina, o Balneário que fica no centro da cidade, o Parque das Águas e outros passeios interessantes.

[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]



Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Viagens, Esportes de aventura
Visitante número: